Rede D’Or e MarkWay Criam o Primeiro Modelo Containerizado do Tasy no Brasil
A Rede D’Or, maior rede integrada de saúde privada do Brasil, buscava evoluir a forma como implantava seu principal sistema de gestão hospitalar: o Tasy, plataforma da Philips utilizada para suportar operações críticas em hospitais de alta complexidade.
O desafio envolvia muito mais do que uma atualização tecnológica. A organização precisava criar um modelo capaz de acelerar futuras implantações da solução em novas unidades, reduzindo dependências operacionais, aumentando a padronização dos ambientes e garantindo maior previsibilidade para projetos de expansão.
O desafio
A iniciativa representava um cenário inédito para o mercado brasileiro: executar a primeira implementação do Tasy em ambiente totalmente containerizado.
Sem referências de mercado, documentação consolidada ou experiências anteriores que servissem como base, a equipe precisava validar uma nova arquitetura tecnológica enquanto mantinha os requisitos de estabilidade, segurança e disponibilidade exigidos por um ambiente hospitalar.
Além disso, era fundamental garantir que o conhecimento gerado durante o projeto pudesse ser transformado em um modelo replicável para futuras unidades da Rede D’Or.
A estratégia adotada
Para transformar um projeto pioneiro em uma fundação tecnológica escalável, a MarkWay estruturou uma abordagem baseada em automação, padronização e observabilidade.
A estratégia combinou Infrastructure as Code (IaC) com Ansible, permitindo automatizar o provisionamento e a configuração dos ambientes, além da adoção de práticas DevOps para padronizar todo o ciclo de vida da plataforma.
A arquitetura também incorporou observabilidade full-stack por meio do Dynatrace, proporcionando monitoramento contínuo da infraestrutura, aplicações e serviços que suportam operações hospitalares críticas.
A solução desenvolvida
A MarkWay desenvolveu um pipeline automatizado para instalação e configuração do Tasy em ambiente containerizado, eliminando atividades manuais e reduzindo significativamente a complexidade das implantações.
O modelo criado permitiu transformar uma iniciativa única em um processo padronizado, auditável e repetível, capaz de suportar novas implantações com maior velocidade e previsibilidade.
Com a padronização dos ambientes e a automação dos processos, a arquitetura passou a oferecer uma base sólida para futuras expansões da plataforma dentro da Rede D’Or.
Os resultados obtidos
A solução foi implantada com sucesso em dois hospitais da Rede D’Or, validando a viabilidade técnica e operacional da arquitetura proposta.
O projeto resultou no primeiro caso documentado de execução do Tasy em contêineres no Brasil, estabelecendo uma referência para futuras implementações da plataforma.
Além dos ganhos operacionais obtidos com a redução de processos manuais e o aumento da padronização, a Rede D’Or passou a contar com um modelo escalável e auditável para suportar a expansão de suas operações hospitalares com maior eficiência e previsibilidade.
